O documento reúne orientações para combater estereótipos, desinformação e discursos discriminatórios no ambiente digital. Segundo a UFRGS, a iniciativa busca ampliar a presença, o protagonismo e a voz da população negra nos meios de comunicação da universidade.
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Entre os princípios adotados pela universidade estão:
- a seleção de bancos de imagens que não reforcem visões eurocentradas;
- a consulta a coletivos e especialistas para qualificar abordagens;
- a garantia de protagonismo às pessoas negras;
- o respeito à autoidentificação racial, de gênero e etnia.
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As diretrizes também orientam a evitar estereótipos, sobretudo em coberturas policiais, o uso responsável e contextualizado de imagens sensíveis, a análise crítica do que é visibilizado ou invisibilizado nas fotografias, e a promoção de diversidade real nas representações.
Outro ponto central é a ampliação do banco de fontes sugeridas para entrevistas, com a inclusão de especialistas negros, indígenas e de outros grupos minorizados. O objetivo é evitar a repetição sistemática de referências exclusivamente brancas.

